Os PCN + de Química têm como proposta se contrapor a velha ênfase na memorização de nomes e fórmulas, o que é muito distante da realidade dos alunos. Ao contrário disso, pretende que o aluno compreenda os fenômenos de sua realidade significativamente.
Os PCN de Química trabalham em cima de um tripé de conhecimento: transformações químicas, materiais e suas propriedades e modelos explicativos. Com base nesses três temas "transversais", o professor pode utilizar ainda de recursos pedagógicos para que o aluno tenha uma aprendizagem significativa como: contextualização, respeito ao desenvolvimento cognitivo e afetivo e o desenvolvimento de competências e habilidades.
O ensino de química, nessas perspectivas, facilita o desenvolvimento do senso crítico dos alunos frente uma situação problemática do cotidiano.
Refletindo...
Os PCN+ de Química, por serem um documento orientador, torna-se em alguns aspectos idealista, pois sabemos que no Brasil encontraremos, como futuros professores, diversos desafios como: realidades diferentes numa mesma escola, o desânimo dos alunos frente esta componente, a falta de materiais e recursos, colegas de serviço com paradigmas diferentes dos nossos e, uma das principais adversidades entre essas, a falta de tempo para elaborar aulas diferentes e inovadoras.
Mas, como futura professora, com uma formação um pouco diferente da tradicional, parei para pensar "na teoria das ideias": o que fazer para esse desafios serem amenisados?
Uma das atitudes principais que um professor deve ter para enfrentar esses desáfios é ter um sonho, ou seja, idealizar algo, ter um objetivo, pois na educação também devemos ter metas. O educador que acredita em um sonho, ou idealiza sua trajetória, terá grandes chances de utilizar os PCN+ e não se frustrar.
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